Esta é uma das perguntas que mais ouvimos dos pais quando se aproximam as pausas letivas, e a verdade é esta: não existe uma resposta universal.
A resposta certa nunca é “sim” nem “não”. A resposta certa é sempre: depende do aluno.
O que quase ninguém diz aos pais
Muitas vezes a questão é colocada assim: “O meu filho deve fazer fichas nas férias?”
Mas a pergunta mais importante devia ser outra: “O meu filho trabalhou o suficiente durante o tempo de aulas?”
Porque é isso que realmente determina a necessidade, ou não, de trabalho nas férias.
O aluno que trabalhou bem durante o ano
Quando um aluno:
- consolidou a matéria no momento certo
- criou bases sólidas
- teve consistência ao longo do período letivo
Esse aluno pode desligar completamente nas férias e não vai esquecer o que aprendeu, porque o conhecimento ficou realmente consolidado.
Nestes casos, o melhor conselho é mesmo: descansar, desligar e aproveitar as férias sem qualquer culpa.
O aluno que foi acumulando lacunas
Há, no entanto, alunos que:
- foram adiando o estudo
- não consolidaram devidamente a matéria
- chegam ao final do período com dificuldades acumuladas
Para estes alunos, as férias podem ser uma oportunidade importante, não como castigo, mas como momento de equilíbrio.
Aqui pode fazer sentido:
- pequenas revisões
- fichas leves e orientadas
- atividades simples, pensadas de forma estratégica
- um plano curto e ajustado à realidade do aluno
O problema não são as férias
O problema, muitas vezes, é o que não foi feito antes e é por isso que aplicar a mesma regra a todos os alunos não funciona, porque as necessidades são diferentes.
A importância do acompanhamento profissional
É muito difícil para os pais perceberem se:
- a matéria está realmente consolidada
- o aluno apenas “sabe fazer na hora”
- existem lacunas escondidas
- o que o aluno precisa é de descanso ou de reforço
Mas quem trabalha diariamente com alunos desenvolve essa sensibilidade.
E é por isso que, no Aresta ao Cubo, o conselho nunca é igual para todos.
Há alunos a quem recomendamos: não fazer absolutamente nada nas férias e há outros a quem aconselhamos: aproveitar este tempo, de forma leve, para recuperar terreno.
E ambos os conselhos estão certos, porque são personalizados.
Férias não são para castigar. São para equilibrar.
O objetivo nunca é encher as férias de trabalho. O objetivo é garantir que:
- quem precisa de descansar, descansa
- quem precisa de recuperar, recupera
Com orientação.
Com equilíbrio.
Com critério pedagógico.
Em resumo, as férias não devem ser iguais para todos os alunos.
Devem ser ajustadas àquilo que cada aluno fez e conseguiu consolidar durante o ano letivo.
Porque educar não é aplicar regras iguais para todos, é perceber a diferença entre cada um.
E é exatamente essa análise que faz toda a diferença.
É isso que fazemos todos os dias no Aresta ao Cubo com os nossos serviços de Mentoria Aresta+ e Studix.
Criamos formas de trabalho adaptadas a cada aluno, às suas dificuldades e valências. Tudo é preparado com foco, com consistência e orientado, não apenas para resultados, mas para rotinas de estudo que mudem hábitos e garantam método.